A minha Biografia
Bem vindos ao primeiro post do meu recém-nascido blog! Para me apresentar faço o copy da minha biografia, que está no meu portfolio. Sei que é um pouco longa, mas só lê quem quiser, né? A verdade é que acho que é uma boa forma de me apresentar enquanto artista. Não é a minha vida inteira que está aqui descrita, mas sim o meu rumo artístico, para tentar explicar como é que o sacana do bichinho do teatro se alojou dentro de mim para fazer o que eu sou hoje!
Origens
Nasci a 25 de Setembro de 1981 na cidade do Porto, apesar de nunca ter vivido lá até há poucos anos por causa do curso superior. Durante a infância e adolescência partilhei a minha vida entre Mindelo, uma pequena aldeia à beira-mar pertencente ao concelho de Vila do Conde, e a Póvoa de Varzim, onde estudava. Foi em 1995 que senti o meu primeiro chamamento da arte quando me inscrevi num curso de desenho e pintura na associação Filantrópica na Póvoa de Varzim. Decidi que queria seguir o curso de Artes do Ensino Secundário e, quem sabe, mais tarde Belas Artes no Ensino Superior. Porém, em 1998 tornei-me também sócia do recém-formado grupo de teatro amador da Póvoa de Varzim, o Varazim Teatro. Foi o facto de assistir a uma peça, coisa que não costumava acontecer até esse ano nesta cidade, que me despertou o interesse, um pouco tardio, por essa outra arte que até aí praticamente desconhecia. Iniciei um percurso que me iria levar quase inevitavelmente à decisão de seguir teatro como profissão, pois não conseguia ver aquela vida apenas como hobby.
O Teatro Amador
Foi em Maio de 1998 que me estreei como figurante numa peça do Varazim cujos ensaios já decorriam há algum tempo. O seu nome era Outras Formas de Amar, com encenação de Joana Soares e Inês Oliveira, também elas membros do grupo. Estreou a 17 de Maio de 1998 no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.
No entanto, foi só em Outubro desse ano que tive a oportunidade de aprender a representar com texto numa peça para crianças encenada por Anabela Garcia. O seu nome era À Procura da Lua e estreou no Cine-Teatro Garrett da Póvoa de Varzim, agora em recuperação.
Sempre activos, fizemos várias animações de rua e de exposições. No Verão de 1999 o grupo promoveu um atelier de interpretação com vários actores profissionais por professores, nomeadamente Luís Gonzaga, orientador do exercício que finalizou o atelier, Presunção & Água Benta – cada um toma a que quer, apresentado no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.
Foi também em Setembro desse ano que fui admitida no curso de Teatro-Interpretação na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE), mas não cortei por completo a minha ligação com o teatro amador, pois por vezes fui chamada para substituir actrizes nas vésperas de estreia, como foi o caso da peça As Más, baseado em várias peças de William Shakespeare, encenado por William Gavião, que estreou no Cine-Teatro Garrett, em Março de 2000, e da peça Vírus Zucco, adaptado da peça Roberto Zucco, de Bernard-Marie Koltès, encenada por Anabela Garcia, e que estreou no mesmo teatro em Outubro desse ano.
O Curso de Teatro
Foi em Dezembro de 1999 que, sob a direcção de José Topa, estreei no primeiro exercício do Curso de Teatro, Nhaco. O segundo exercício foi apresentado em Fevereiro do ano seguinte: Kiss Kiss, uma peça de teatro físico, sem cenário, em que os actores se transformavam em mobília, edifícios e em personagens. Alan Richardson, o encenador, adaptou com a ajuda da turma um conto de Roald Dahl. Terminando o ano lectivo, António Pires viajou para o Porto para nos encenar, em Junho de 2000, Entremezes de Cordel, uma peça cómica e bastante musical que consistia na colagem de três entremezes de cordel seleccionados pela turma e pelo encenador.
Com o ritmo acelerado e horários normais do teatro, no 2º ano do curso de teatro apercebi-me que não podia continuar a viver na Póvoa fazendo duas horas de viagens diariamente, como qualquer aluno de um curso normal. No ano lectivo de 2000/2001, fui viver sozinha para o Porto e assim cortei, de certa maneira, as minhas ligações fortes com o Varazim Teatro, apesar de continuar associada.
O primeiro exercício do 2º ano foi uma motivante experiência com a energia latina de uma encenadora britânica, Jen Heyes. Yerma, de Federico Garcia Lorca, foi apresentado em Abril de 2001. Para terminar o ano, em Junho, apresentámos os habituais Projectos Independentes onde eu e seis colegas explorámos o tema obrigatório “D. João”. O projecto chamava-se Jantas? e falava da mulher enquanto vítima das conquistas dessa figura tantas vezes retratada.
Durante os meses de Verão desse mesmo ano trabalhei como animadora teatral na empresa Milhorinto/Reino Verde, em Ílhavo, Aveiro.
O início do 3º ano do curso de teatro da ESMAE começa sempre por uma produção de teatro para a infância, como foi o caso de A Menina que Veio do Céu, musical infanto-juvenil, encenado e escrito por Eliana Carneiro, apresentado no Teatro Helena Sá e Costa em Dezembro de 2001.
Em Março do ano seguinte a turma dividiu-se de novo em vários grupos de interesse para elaborar mais um Projecto Independente sob tema livre. Desta vez, com um grupo diferente, partimos da obra “Crimes Exemplares”, de Max Aub e desenvolvemos Pequenos Prazeres.
Nuno Cardoso foi o encenador da produção final do curso (bacharelato). A tragédia As Troianas, de Eurípides (adaptado por Jean-Paul Sartre), foi apresentada em Junho de 2002 no Teatro Helena Sá e Costa.
O 4º ano, licenciatura, tem apenas uma produção a ser apresentada, sendo ela o Projecto Colectivo, que se encontra de certa forma na mesma linha que os Projectos Independentes, apesar de o nível de exigência e de projecção exterior ser maior. Durante o ano frequentei variados seminários dos quais se destacam os de Direcção de Actores, já que grande parte do ano foi dedicada a essa área. Foi só em Setembro de 2003 que eu e três colegas apresentámos o nosso projecto, uma peça encenada e escrita por uma de nós, Sandra Barros. A peça Kali Nichta foi apresentada na ruína de uma fábrica na Rua da Alegria, no Porto.
O ano lectivo de 2003/2004 foi dedicado à elaboração da Monografia, cadeira que deixei para trás. “O Tango em Cena” foi uma pesquisa sobre a ligação da dança com o teatro, em especial no caso do Tango Argentino, analisando em especial a opereta María de Buenos Aires, de Horácio Ferrer e Astor Piazzolla. Em Setembro de 2004 defendi a Monografia, terminando assim o curso com média de 15 valores.
A encenação e a docência
Foi em Dezembro de 2003 que, pela primeira vez, experimentei o que era estar “do outro lado”. A pedido de uma amiga, fui a uma freguesia da Póvoa de Varzim, S. Pedro de Rates, para encenar uma peça de Natal com o Grupo de Jovens de Rates, O Primeiro Natal da Bruxa Carpidim. Experiência que achei interessante e que decidi repetir entre 2004 e 2005 com outro grupo também de amigos. Desta vez vi-me obrigada a fazer o duplo papel de encenadora e actriz pois, devido a peripécias de processo, perdemos um dos membros do grupo pelo caminho por falta de assiduidade. O resultado foi uma alegre interpretação da famosa peça de um anónimo do século XV, A Farsa do Mestre Pathelin, apresentada na Póvoa de Varzim e em S. Pedro de Rates.
Em Outubro de 2004, com o curso acabado de concluir, tive a felicidade de ficar colocada na Escola Secundária de Barcelos como docente de Oficina de Expressão Dramática no ano lectivo de 2004/2005. Neste mesmo ano lectivo estive também a dar aulas de teatro para crianças na Academia de Dança Gimnoarte, na Póvoa de Varzim, que culminou com a “Escola de Artes”, workshop de Verão, e respectivo espectáculo final em Julho de 2005.
O Cinema e o Vídeo
Como meio de tentar aprender um pouco do que é trabalho de interpretação com câmaras, participei ao longo dos últimos anos em projectos de alunos de cinema e vídeo ou de amigos curiosos nessa área. No entanto, possuo o resultado final de apenas um deles, rodado em Junho de 2005. The End, foi o projecto final de licenciatura do curso Cine-Vídeo (ESAP) da minha irmã.
A Dança
Para além de continuar a dar algum do meu tempo às artes plásticas, paixão de adolescência que, infelizmente, não amadureceu muito, comecei a desenvolver mais um interesse que já tinha desde sempre mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar: a dança. Desde o início de 2005 entrei em aulas de dança Free Funk e Street Jam na Academia de Dança e Fitness Centro do Corpo, na Póvoa de Varzim, participando nos vários espectáculos apresentados ao longo do ano nesta mesma cidade. Este ano optei por me dedicar só a outro tipo de dança – a Dança Contemporânea – por toda a sua ligação com o teatro.
O Canto
Sempre gostei de cantar, mas foi só em Outubro de 2005 que encontrei tempo e disponibilidade para me associar ao Coral Ensaio da Póvoa de Varzim. Inserida no naipe de Sopranos, encontro-me em fase de aprendizagem e adaptação. Para já, participei em diversas apresentações aqui na Póvoa. No próximo fim-de-semana, em Lisboa, apresentamos, pelas 11h da manhã, na sala do capítulo do Mosteiro dos Jerónimos, mais um concerto. Estão convidados!
Nasci a 25 de Setembro de 1981 na cidade do Porto, apesar de nunca ter vivido lá até há poucos anos por causa do curso superior. Durante a infância e adolescência partilhei a minha vida entre Mindelo, uma pequena aldeia à beira-mar pertencente ao concelho de Vila do Conde, e a Póvoa de Varzim, onde estudava. Foi em 1995 que senti o meu primeiro chamamento da arte quando me inscrevi num curso de desenho e pintura na associação Filantrópica na Póvoa de Varzim. Decidi que queria seguir o curso de Artes do Ensino Secundário e, quem sabe, mais tarde Belas Artes no Ensino Superior. Porém, em 1998 tornei-me também sócia do recém-formado grupo de teatro amador da Póvoa de Varzim, o Varazim Teatro. Foi o facto de assistir a uma peça, coisa que não costumava acontecer até esse ano nesta cidade, que me despertou o interesse, um pouco tardio, por essa outra arte que até aí praticamente desconhecia. Iniciei um percurso que me iria levar quase inevitavelmente à decisão de seguir teatro como profissão, pois não conseguia ver aquela vida apenas como hobby.
O Teatro Amador
Foi em Maio de 1998 que me estreei como figurante numa peça do Varazim cujos ensaios já decorriam há algum tempo. O seu nome era Outras Formas de Amar, com encenação de Joana Soares e Inês Oliveira, também elas membros do grupo. Estreou a 17 de Maio de 1998 no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.
No entanto, foi só em Outubro desse ano que tive a oportunidade de aprender a representar com texto numa peça para crianças encenada por Anabela Garcia. O seu nome era À Procura da Lua e estreou no Cine-Teatro Garrett da Póvoa de Varzim, agora em recuperação.
Sempre activos, fizemos várias animações de rua e de exposições. No Verão de 1999 o grupo promoveu um atelier de interpretação com vários actores profissionais por professores, nomeadamente Luís Gonzaga, orientador do exercício que finalizou o atelier, Presunção & Água Benta – cada um toma a que quer, apresentado no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.
Foi também em Setembro desse ano que fui admitida no curso de Teatro-Interpretação na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE), mas não cortei por completo a minha ligação com o teatro amador, pois por vezes fui chamada para substituir actrizes nas vésperas de estreia, como foi o caso da peça As Más, baseado em várias peças de William Shakespeare, encenado por William Gavião, que estreou no Cine-Teatro Garrett, em Março de 2000, e da peça Vírus Zucco, adaptado da peça Roberto Zucco, de Bernard-Marie Koltès, encenada por Anabela Garcia, e que estreou no mesmo teatro em Outubro desse ano.
O Curso de Teatro
Foi em Dezembro de 1999 que, sob a direcção de José Topa, estreei no primeiro exercício do Curso de Teatro, Nhaco. O segundo exercício foi apresentado em Fevereiro do ano seguinte: Kiss Kiss, uma peça de teatro físico, sem cenário, em que os actores se transformavam em mobília, edifícios e em personagens. Alan Richardson, o encenador, adaptou com a ajuda da turma um conto de Roald Dahl. Terminando o ano lectivo, António Pires viajou para o Porto para nos encenar, em Junho de 2000, Entremezes de Cordel, uma peça cómica e bastante musical que consistia na colagem de três entremezes de cordel seleccionados pela turma e pelo encenador.
Com o ritmo acelerado e horários normais do teatro, no 2º ano do curso de teatro apercebi-me que não podia continuar a viver na Póvoa fazendo duas horas de viagens diariamente, como qualquer aluno de um curso normal. No ano lectivo de 2000/2001, fui viver sozinha para o Porto e assim cortei, de certa maneira, as minhas ligações fortes com o Varazim Teatro, apesar de continuar associada.
O primeiro exercício do 2º ano foi uma motivante experiência com a energia latina de uma encenadora britânica, Jen Heyes. Yerma, de Federico Garcia Lorca, foi apresentado em Abril de 2001. Para terminar o ano, em Junho, apresentámos os habituais Projectos Independentes onde eu e seis colegas explorámos o tema obrigatório “D. João”. O projecto chamava-se Jantas? e falava da mulher enquanto vítima das conquistas dessa figura tantas vezes retratada.
Durante os meses de Verão desse mesmo ano trabalhei como animadora teatral na empresa Milhorinto/Reino Verde, em Ílhavo, Aveiro.
O início do 3º ano do curso de teatro da ESMAE começa sempre por uma produção de teatro para a infância, como foi o caso de A Menina que Veio do Céu, musical infanto-juvenil, encenado e escrito por Eliana Carneiro, apresentado no Teatro Helena Sá e Costa em Dezembro de 2001.
Em Março do ano seguinte a turma dividiu-se de novo em vários grupos de interesse para elaborar mais um Projecto Independente sob tema livre. Desta vez, com um grupo diferente, partimos da obra “Crimes Exemplares”, de Max Aub e desenvolvemos Pequenos Prazeres.
Nuno Cardoso foi o encenador da produção final do curso (bacharelato). A tragédia As Troianas, de Eurípides (adaptado por Jean-Paul Sartre), foi apresentada em Junho de 2002 no Teatro Helena Sá e Costa.
O 4º ano, licenciatura, tem apenas uma produção a ser apresentada, sendo ela o Projecto Colectivo, que se encontra de certa forma na mesma linha que os Projectos Independentes, apesar de o nível de exigência e de projecção exterior ser maior. Durante o ano frequentei variados seminários dos quais se destacam os de Direcção de Actores, já que grande parte do ano foi dedicada a essa área. Foi só em Setembro de 2003 que eu e três colegas apresentámos o nosso projecto, uma peça encenada e escrita por uma de nós, Sandra Barros. A peça Kali Nichta foi apresentada na ruína de uma fábrica na Rua da Alegria, no Porto.
O ano lectivo de 2003/2004 foi dedicado à elaboração da Monografia, cadeira que deixei para trás. “O Tango em Cena” foi uma pesquisa sobre a ligação da dança com o teatro, em especial no caso do Tango Argentino, analisando em especial a opereta María de Buenos Aires, de Horácio Ferrer e Astor Piazzolla. Em Setembro de 2004 defendi a Monografia, terminando assim o curso com média de 15 valores.
A encenação e a docência
Foi em Dezembro de 2003 que, pela primeira vez, experimentei o que era estar “do outro lado”. A pedido de uma amiga, fui a uma freguesia da Póvoa de Varzim, S. Pedro de Rates, para encenar uma peça de Natal com o Grupo de Jovens de Rates, O Primeiro Natal da Bruxa Carpidim. Experiência que achei interessante e que decidi repetir entre 2004 e 2005 com outro grupo também de amigos. Desta vez vi-me obrigada a fazer o duplo papel de encenadora e actriz pois, devido a peripécias de processo, perdemos um dos membros do grupo pelo caminho por falta de assiduidade. O resultado foi uma alegre interpretação da famosa peça de um anónimo do século XV, A Farsa do Mestre Pathelin, apresentada na Póvoa de Varzim e em S. Pedro de Rates.
Em Outubro de 2004, com o curso acabado de concluir, tive a felicidade de ficar colocada na Escola Secundária de Barcelos como docente de Oficina de Expressão Dramática no ano lectivo de 2004/2005. Neste mesmo ano lectivo estive também a dar aulas de teatro para crianças na Academia de Dança Gimnoarte, na Póvoa de Varzim, que culminou com a “Escola de Artes”, workshop de Verão, e respectivo espectáculo final em Julho de 2005.
O Cinema e o Vídeo
Como meio de tentar aprender um pouco do que é trabalho de interpretação com câmaras, participei ao longo dos últimos anos em projectos de alunos de cinema e vídeo ou de amigos curiosos nessa área. No entanto, possuo o resultado final de apenas um deles, rodado em Junho de 2005. The End, foi o projecto final de licenciatura do curso Cine-Vídeo (ESAP) da minha irmã.
A Dança
Para além de continuar a dar algum do meu tempo às artes plásticas, paixão de adolescência que, infelizmente, não amadureceu muito, comecei a desenvolver mais um interesse que já tinha desde sempre mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar: a dança. Desde o início de 2005 entrei em aulas de dança Free Funk e Street Jam na Academia de Dança e Fitness Centro do Corpo, na Póvoa de Varzim, participando nos vários espectáculos apresentados ao longo do ano nesta mesma cidade. Este ano optei por me dedicar só a outro tipo de dança – a Dança Contemporânea – por toda a sua ligação com o teatro.
O Canto
Sempre gostei de cantar, mas foi só em Outubro de 2005 que encontrei tempo e disponibilidade para me associar ao Coral Ensaio da Póvoa de Varzim. Inserida no naipe de Sopranos, encontro-me em fase de aprendizagem e adaptação. Para já, participei em diversas apresentações aqui na Póvoa. No próximo fim-de-semana, em Lisboa, apresentamos, pelas 11h da manhã, na sala do capítulo do Mosteiro dos Jerónimos, mais um concerto. Estão convidados!
E é este o resumo da minha vida artística que, espero eu, se continue a desenvolver nesse aspecto. Diariamente deixarei aqui os meus posts contando experiências por que vou passando, e pelas quais já passei. Esperando que este blog vos agrade, meu amigos, conto com a vossa assiduidade...

8 Comments:
At 09:56,
cloinca said…
Sou Primas!
Primas de primeira a comentar no teu blog!...
Primas de priminha mesmo!...
Olha Babarocas... adorei a tua biografia!
Essencialmente porque me lembro de quase todas as peças... de quase todos esses momentos em que fiz questão de estar presente! E tenho saudades de todos eles e de te ver (tão bem!) representar!...
A "Kali Nichta"... pois... essa é a única que não tenho saudades! Eu de ganda barrigona, a ter contracções... e a não conseguir sair da peça! Pela porta não dava, que aquilo estava tão cheio... pelo palco não queria passar... lol... há cada uma nesta vida!
É a única peça que não me lembro bem... de resto, lembro-me de todas aquelas a que fui!
E com toda a parcialidade do mundo: e que grande atriz que tu és!
Dizem que um actor só é actor ao fim de muito tempo de carreira... até pode ser... mas eu acredito também que isso é algo "genético"... que corre nas veias daqueles que sobem ao palco com a mesma paixão com que tu o fazes!
Não desistas dos teus sonhos... sejam eles quais forem! Eu vou estar sempre do teu lado para te ajudar!...
E por falar nisso, vou divulgar o teu blog no meu!
Pode ser que na blogosfera apareça alguém que até conhece a "irmã do primo da amiga da tia do rapaz que é namorado da filha do advogado do patrão de uma companhia de teatro" e com uma cunhazita (sim, porque neste mundo do teatro e da televisão não é o talento que fala mais alto, mas sim o factor C!) até consigas mudar o nome do teu blog para o "Diário de uma actriz empregada!".
Beijinhos enormes... gosto muito de ti!
Cláudia!
At 12:25,
FiLiPa MaRqUeS said…
Bem vinda ao mundo dos Blogs...
Ja te fikei a conheçer de facto!!
Espero que escrevas muito e muito...
Bjokinhas
At 14:16,
Grilinha said…
Bemvinda à blogosesfera. Infelizmente não tenho hipótese de te meter uma cunha, mas desejo-te as maiores felicidades na concretização do teu sonho artístico. Beijinhos
At 15:05,
Babs said…
Obrigada pelas boas vindas! Espero manter a rotina e ir escrevendo algumas coisas interessantes por aqui! Beijos para todas!
At 15:51,
Unknown said…
Olá... infelizmente não sou irmã do primo da amiga da tia do rapaz que é namorado da filha do farmaceutico casado com a advogada do otorrinolaringologista que é paciente do psiquiatra do dono de uma companhia de teatro para te meter uma cunhazita mas olha fica aqui um abraço de boas vindas à blogosfera e também uma boa dose de boa disposição. Deixa-me dizer-te que tens muita muita sorte em ter uma prima como a Claúdia, aquela moçoila é um vintage :)
beijinhos
Cris
At 17:24,
Anónimo said…
A vida de artusta não é facil, mas não desistas dos teus sonhos!
Vou espreitando...
Sonia S.
At 15:52,
Anónimo said…
olá aqui fica o meu olá...te desejando toda as felicidades teatrais! evoé!!!!!
beijinhos William Gavião!
cairte@gmail.com
At 15:55,
William Gavião said…
olá!!! Saudaçóes Teatrais!!!!
passei por cá para te desejar toda a felicidade teatral...evoé!!!!
beijinhos!!!
William Gavião
cairte@gmail.com
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